Seja bem-vindo

"Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, de modo como falo, é um dom. Não entender, mas como um simples estado de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo." (Clarice Lispetor)

domingo, 5 de junho de 2011

Como é difícil falar sobre isso


      Um belo dia, resolvi ir à praia com uma amiga. Era uma manhã ensolarada e tomar um banho de mar era uma ótima ideia naquele momento. Assim que chegamos, ela disse: “É difícil caminhar sobre o sol muito forte”. Fiquei assustada quando ouvi suas palavras.

      O ser humano já inventou desde carro que não faz barulho até livro eletrônico, mas ainda não há tecnologia “de ponta” que faça alguém andar em cima do sol. Não é certo falar que caminhamos em cima dele, assim como é incorreto dizer que “estamos falando sob a gramática da língua portuguesa”.
      Sobre e sob são antônimos (palavras de significação oposta), por isso temos de observar o contexto para poder usá-las. Na escrita também devemos ficar atentos, pois a grafia dessas preposições, assim como o significado, é diferente, e se não nos atentarmos às regras, utilizaremos de forma incorreta.
      Use sobre para indicar que algo está em cima de outro, pois equivale a “em cima de (a)”: Os papéis estão sobre a mesa, ou quando puder substituir por “a respeito de (a)”: Estamos falando sobre a novela.
      Quanto ao sob, representa que algo está abaixo de outro: O gato se escondeu sob o carro (até porque se ele estivesse sobre o carro não estaria escondido). Este também pode ser usado quando representar que alguém ou algum objeto está na direção de outro: O refém ficou sob a mira do assaltante.
      Mas atenção: sobre não significa em relação a. Exemplo: A empresa queria aumentar seus lucros sobre o ano passado. Use em relação a e não sobre (A empresa queria aumentar seus lucros em relação ao ano passado). Outro aspecto muito importante é que não se deve usá-lo também para denotar derrota. Exemplo: A derrota do Brasil sobre a Argentina estava evidente. Nesse caso use diante de (a): A derrota do Brasil diante da Argentina estava evidente.
      Não podemos deixar de nos atentar a outros aspectos: sobre e sob são prefixos (partículas que são acrescidas à palavra a fim de modificar o sentido) e devido à reforma ortográfica (que vigorará a partir de 2012), eles serão usados de formas diferentes, seguindo novos padrões. O novo acordo ortográfico estabeleceu novas regras para os prefixos, nas quais em alguns casos acrescenta-se o hífen e em outros o exclui (exemplos: sobsaia, sob-roda ou sobreaflingido e sobre-estadia). Neste caso, temos de verificar e pesquisar, uma vez que cada caso é específico e estamos nos adaptando a essa mudança em nossa língua. Para dirimir as dúvidas, a melhor solução é um dicionário de qualidade e de confiança para não querer andar sobre o sol, mas quem sabe sob a lua...


Sérgio Simka é professor nas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP).
Alessandra Simões dos Santos, formada em Letras pela FIRP, é professora e revisora de textos.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Aonde você vai...?

 Uma vez, na sala de aula, a fim de acompanhar meu amigo, perguntei-lhe, quando o vi sair:
                 Onde você vai?”
                Fiquei surpreso quando a professora me interrompeu:
                “Ele não vai a lugar nenhum.”
                A princípio pensei que fosse uma bronca ao meu amigo, mas logo em seguida ela pediu que eu refizesse a pergunta a ele e percebi que o errado ali poderia ser eu.
                “Perguntei onde ele ia, professora.”
                Ela ficou mais atônita ao ouvir o seu aluno “assassinar” o português novamente. Não me dei conta ao repetir o erro.
                Ao perceber a minha dificuldade em compreender o equívoco, ela lembrou-me da vez em que, em uma das minhas redações, eu havia escrito em um trecho “... queria estar aonde eles estavam...” e então comecei a me dar conta do que havia dito e do que havia escrito.
                 Você deve estar se perguntando: Onde está o erro? Ou: Aonde está o erro?

                Se você se fez a primeira pergunta, parabéns! Senão, muita calma. O erro localiza-se no emprego do onde e aonde. Devemos atentar-nos ao uso adequado desses indicadores de lugar. Ambos são advérbios e podem ser classificados como relativos ou interrogativos.
                Onde deve ser usado quando expressarmos a ideia de estabilidade e permanência, indicando lugar físico: Esta é a casa onde moro. Ou: Onde você estava, mesmo?
                 Aonde também indica destino, mas o uso da preposição “a” (a + onde = aonde) indica deslocamento e expressa movimento e destino: Aonde vamos? Ou: Irei aonde você for.                Enquanto o onde equivale a “em que lugar” o aonde equivale a “para que lugar”. Como pronome relativo onde pode retomar o lugar já citado anteriormente, sem excluir a ideia de permanência: Esta é a terra onde moro. (O onde refere-se à terra). O mesmo ocorre com o aonde: Já fui ao clube aonde você irá amanhã.
                 Depois de toda essa “confusão” de palavras eu aprendi uma coisa:
                Esteja eu onde estiver, vou pensar melhor antes de perguntar para saber aonde vou.

Sérgio Simka é professor nas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP).
Alessandra Simões dos Santos, formada em Letras pela FIRP, é professora e revisora de textos.

domingo, 29 de maio de 2011

Quanta coisa para eu aprender!


                 Você está na escola assistindo à aula de Português e o(a) professor(a) corrigindo a lição de casa na lousa.
 De repente, ele(a) ergue o dedo na sua direção e você fica em dúvida se está mesmo apontando para você ou para os colegas que estão a seu lado. Daí você pergunta:
- É para mim ir à lousa, professor(a)?
Esperemos que você tenha feito a lição e se saído bem na resposta. Mas ao falar cometeu um deslize muito comum: quem não se confunde na hora de empregar o “eu” ou o “mim”?
A regra não é difícil. Quando a palavra depois do pronome for um verbo no infinitivo (ou seja, o nome do próprio verbo) usa-se o eu. Exemplo: Ela trouxe o livro para eu ler.
 Pense da seguinte forma: quem executa a ação na frase? Temos aí o sujeito: eu.  Nesse caso usamos os pronomes pessoais do caso reto (eu, tu, ele, ela, nós, vós, eles e elas).
Já pensou na seguinte (e horrenda) possibilidade: Ela trouxe o livro para mim ler? Seria a mesma coisa dizer que Mim vai ler o livro que ela trouxe. Nada mais é do que a famosa versão da selva (Mim Tarzan; você, Jane). Fica estranho, não?
 O mim usa-se quando vem antecedido por uma preposição, mas sem estar precedido pelo verbo no infinitivo: Não vá sem mim!
O mim é um pronome oblíquo tônico (como ti, si, etc.) e funciona apenas como complemento na oração. Daí a justificativa para a seguinte oração: Para mim, ler na aula de Português é muito divertido.
 Nesse caso temos um verbo no infinitivo, mas o mim não é o sujeito. Ele não executa a ação e funciona apenas como complemento na frase, além de vir separado por vírgula.
                Agora que já conhece as regras pode perguntar de forma correta:
- Será que o(a) professor(a) falou para eu ir à lousa ou ele(a) apenas “apontou” para mim?


Sérgio Simka é professor nas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP).
Alessandra Simões dos Santos, formada em Letras pela FIRP, é professora e revisora de textos.

(Este texto foi publicado na Coluna "Perca o medo de português" do Jornal Mais Notícias em março de 2011)

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Quem vive de passado é museu

Esta coluna é apresentada mensalmente no Caderno Educa Mais, no Jornal Mais Notícias, de Ribeirão Pires.

Quem vive de passado é museu. Essa é uma frase muito usada hoje em dia, mas daí vem a pergunta... Você sabe usar corretamente as palavras que indicam tempo, ou seja, consegue indicar as formas adequadas relativas ao passado e ao futuro?

Por exemplo, quando um noivo (ou noiva) escrever, numa daquelas cartinhas (ou e-mails) de amor perguntando “Benzinho, quando vamos nos casar?”, ele (ou ela) jamais deverá responder “Ah, amorzinho, daqui alguns meses...”.

Porque ele (ou ela) poderá fugir antes mesmo de subir ao altar...

Por que será que ele (ou ela) poderá fugir? Será por causa da resposta dada? Que, para ele (ou ela), alguns meses podem significar anos de uma longa, angustiante e penosa espera? Ou será pelo grave erro de português cometido? Tudo bem, pode acontecer, né? 

Então, melhor não correr riscos...

Assim como devemos usar os verbos adequados para indicar as nossas ações, devemos adequar algumas outras coisinhas a elas. Estamos falando do e do A. Dentre seus diferentes e vários papéis dentro do texto eles dividem uma semelhança: ambos podem indicar tempo.

Então, quando um noivo (ou noiva) indagar sobre matrimônio, num texto escrito, o respectivo cônjuge deverá responder da seguinte forma: “Querido(a), acho melhor esperarmos mais um tempo e só conversarmos sobre casamento daqui a alguns anos.”

O noivo (ou noiva) ficará feliz (?), menos preocupado(a) (?) e a língua portuguesa agradecerá.

É que nesse caso, quando queremos indicar algo que ainda vai acontecer (tempo futuro), usamos o “a”. Exemplo: “Com certeza, a Alessandra se casará daqui a alguns anos...”.

Mas, quando houver referência àquele namorado (ou namorada) desleixado(a), ele (ou ela) deverá escrever sem medo: “Aquele (ou aquela) sem-vergonha não me telefona quatro dias”.

O , quando usado para indicar tempo, pode ser substituído por faz, pois também indica tempo passado. Exemplo: “Alessandra é graduada em Letras dois anos.” (Alessandra é graduada em Letras faz dois anos).

Mas muita atenção com a redundância. Nunca diga ou escreva “ dois anos atrás concluí minha graduação”. Se o já indica passado, usar o atrás é exagero, redundante e desnecessário.

Vale sempre lembrar que o A é usado para indicar tempo futuro, algo que está por vir e o indica passado, algo que já ocorreu ou um período de tempo transcorrido.

Devemos tomar cuidado e não ficar com a dúvida:

Será que daqui a algum tempo eu aprendo o que deveria ter aprendido anos...?


Sérgio Simka é professor nas Faculdades Integradas de Ribeirão Pires (FIRP).
Alessandra Simões dos Santos, formada em Letras pela FIRP, é professora e revisora de textos.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Momento

Dor na garganta... taquicardia intensa e mãos suando... Ah!
As pernas já não seguram meu corpo, não sei onde estou, quem sou e o que vou fazer...
De quem é a culpa de tudo isso...? Sua...?
Ah, então muito obrigada por me fazer tão bem...

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

10 coisas que os homens/mulheres deveriam parar de fazer

Para Mulheres (Versão Testosterona – Blog do Macho Moderno)
Para Homens (Versão Leka Turunen)
1-Parar de pegar no pé do namorado/marido: Essa é uma dica importantíssima, se você é uma daquelas mulheres grudentas e ciumentas, aqui vai uma dica: Homem ODEIA isso! Vai por mim, se o cara quer te trair ele vai te trair de qualquer jeito, não vai ser proibindo ele de ir tomar umas cervejas com os amigos que você vai evitar os chifres.
1-Parar de fingir que sabe tudo sobre a namorada/esposa: Nunca ache que você sabe tudo sobre uma mulher, pois é numa dessas que você vai cair do cavalo e a queda vai doer. Mulheres odeiam que as achem previsíveis (Estou falando no sentido positivo). Mulheres nasceram para surpreender e se fazem isso para vocês, homens do século XXI, simplesmente é porque de alguma forma, vocês são especiais. Infelizmente, nem todos merecem isso ou não se dão conta da sorte que tem. Valorize o que tem ao seu lado e nunca, mas nunquinha subestime uma mulher. Você veio dela e é por ela que vai continuar vivendo.
2-Parar de fazer drama: Tudo bem, um charminho até se releva, mas ficar se fazendo de “like a virgin” o tempo todo não dá, se você quer uma coisa ou alguém vá em frente, não fique se fazendo de santinha pois todos sabem que essas são as piores, sem falar que isso é chato pra caramba.
2-Parar de fazer cara de “pidão”: É isso mesmo. Pidão!Queridas criaturas do sexo masculino: Sabemos da sua natureza e das suas necessidades, mas vocês têm que entender que nós mulheres somos diferentes. Ficar em uma de “tenho a pegada, gatinha” não é legal. Saiba respeitar uma mulher de verdade aceitando seus limites. Se fizer isso ganhará mais do que quer e além do que precisa. O que temos a dar nem sempre é que vocês querem receber, mas é mais do que vocês necessitam (e acredite: mais do que alguns merecem).
Ah, acha que estamos fazendo muito “doce”? A resposta é simples: Procure outra. Já ouviu falar que cada panela tem sua tampa...? Só torça para você não ser uma cumbuca...rs.
3-Parar de ser intrometida: Se vamos sair com os amigos pra beber e jogar conversa fora e você for convidada, caia na real, o convite foi por educação. Não te queremos lá, queremos aproveitar um tempo sem você, e isso não é nenhum crime, aproveite você também um tempo sem a gente.
3-Parar de achar que nos preocupamos com vocês por insegurança: Parece que todo homem acha que a mulher não o quer ver saindo com os amigos. Não é isso. Somos mulheres, sensíveis e calorosas e quando queremos ir junto, o “porque” é simples: Queremos participar da vida de vocês, queremos acrescentar e não diminuir. Logicamente, a maioria dos homens não entendem... que pena, pois estão perdendo algo de muito valor.
Quanto às mulheres que realmente reclamam muito disso, vamos lá... algo de errado tem na história. Intuição feminina é pior que veneno...
4-Parar de fazer perguntas idiotas: Sabe aquelas perguntas que só mulher faz, tipo: “ai amor, eu to gorda?”, “amor, qual vestido você acha mais bonito?” ou ainda “Meu cabelo fica bom assim?”. Caia na real e pare com essas perguntas bestas, pergunte isso para suas amigas pois elas sim responderão o que você quer realmente ouvir. Homens são sinceros, não sabem mentir e não estão nem ai pra roupa que você vai vestir, estamos mais interessados em quando você vai tirá-la.
4-Parar de fazer comentários idiotas e repetitivos: Que mania de ficar com “nossa...seu beijo é o melhor”, “você me deixa louco”? Todas nós, sabemos que certos comentários são coletivos e usados com várias mulheres. Dá pra ter criatividade pelo menos...? Se você gosta mesmo vai falar algo que sai do coração (nem sempre de lá, mas tudo bem) e isso automaticamente será “diferente” e não a mesma frase dita a todas as suas outras “exs”. Criatividade é a alma do negócio!

5-Parar de bancar a super sensível: Homem não gosta de mulher que se faz de coitadinha, frágil e indefesa, eles querem saber daqueles mulherões que são bem resolvidas e que não tem medo de tomarem a iniciativa.
5-Parar de bancar o machão: Quem inventou essa ideia devia ser um fraco. Quem disse que homem não chora...? Que não tem sentimentos...?(Ainda precisamos de resultados científicos para constatar esse fato...). A verdade é que homem que banca ao “gostosão” e “machão” geralmente é o mais “mole” e “fraco”. Alguém já ouviu falar naquele ditado mais ou menos assim: “Quem muito fala, pouco faz”? Demonstrem seus sentimentos e tenham certeza que nunca se arrependerão. Uma mulher de verdade saber reconhecer um homem de um garoto.
6-Parar de falso pudor: Tem coisa mais chata que mulher cheia de não me toques, que não faz isso ou aquilo porque é feio, ou pensando no que as outras pessoas dirão? “Dama na sala e puta na cama” esse ditado é velho mas é válido, homem não sente tesão por mulheres “pudorentas”, mas cuidado para não ser vulgar demais pois, isso também não é legal.
6-Parar de bancar o romântico: Tem coisa mais frustrante que um homem que só quer te “pegar’’  e fica bancando a romântico? Aquele que fala “te adoro” olhando para o seu decote...?
Só quer sexo? Então seja homem e assuma. Não fique bancando ao “diferente” e “único”. Mulheres gostam de homens originais. Homens que valem a pena, sabem dosar ambas as qualidades sem “pressão”. Caso seja romântico mesmo, não desperdice oportunidades para demonstrar isso. Ainda existem mulheres que valorizam homens assim.
7-Parar de achar que homem só serve pra abrir lata de pepino: Ah fala sério, você não pensa realmente assim. só existem dois motivos pra você pensar dessa forma : você está solteira e tentando se convencer que o melhor é ficar sozinha ou seu marido é broxa.
7-Parar de achar que mulher é sexo frágil: Ninguém merece homem que acha que mulher é sempre coitada, que só em cem por cento feminina de for submissa. Digamos “tchau” para a Amélia e “Olá” para a Mulher Moderna, que não tem papas na língua e é original. Veja bem: Não vulgar, mas original e sincera! Homens que não gostam de mulheres assim é porque geralmente têm medo delas...Realmente, nós assustamos...rs.
8-Parar de fingir ser algo que você não é: Pare de fingir que você curte tal música, ou que você gosta de tal filme apenas para agradar alguém, tenha personalidade e seja você mesma, não é porque a moda agora é se vestir como um arco-íris e agir como retardados sentimentais que você precisa ser assim.
8-Parar de fingir que não olha para outras mulheres: Qualquer ser vivo nessa Terra sabe da sensibilidade de um homem ao ver um bumbum empinadinho ou um decote a desfilar. Não finja que não olha e pior: Não diga “ah, amor... só tenho olhos para você...”. Mentir é feio. Não precisa ficar esfregando na cara, mas seja discreto e acredite: nós estamos cientes das “olhadelas”, mas não se esqueçam que somos mulheres e também temos um par de “belos olhos”...
9-Parar de falar mal das mulheres bonitas da revista: Sim, elas até podem usar photoshop e truques de maquiagem, mas pare de menosprezá-las, elas são linda e gostosas e a maioria das mulheres gostariam de ser assim, pare de retrucar e sentir ciúmes e seja mais auto-confiante.
9-Parar de achar que sentimos ciúmes das mulheres boazudas das revistas: Nem sempre e nem todas (veja bem: nem sempre e nem todas) as vezes que falamos “mal” de uma modelo de capa de revista, quer dizer que estamos com ciúmes. Pelo contrário: Apenas estamos tentando abrir seus olhos para mostrar a bela mulher que está ao seu lado e que não é de papel, e sim, de carne e osso. Observe a riqueza que existe nos detalhes... Ah, prefere a da Revista...? Compra uma playboy que sai mais barato, mas já aviso: o resultado não é o mesmo e você ainda tem de dividir com os amigos...
10-Parar com essa história de que homem é tudo igual: Se fosse realmente assim mulher não escolhia tanto. Não somos  todos iguais, não é porque seu último namorado te traiu que nenhum outro homem presta (quer dizer, até é…) e também não é porque o namorado da sua amiga é romântico que o seu também será.
10-Parar com essa história de que nunca vai entender mulher: Homem que diz que não entender mulher é porque realmente ele NÃO quer entender. Que cada mulher tem seu gosto, é fato. Homens também têm (embora com muitas “opiniões coletivas”). Mas qualquer homem sabe realmente que mulher gosta de homens sinceros, fiéis e românticos. Não há segredo a não ser sempre você mesmo, mas nada de exagero.
Homem, se você não consegue conquistar uma mulher porque diz não a entender, é porque, na verdade, ela é demais para você...Você tem duas opções: Aceite a realidade ou vá à luta.

domingo, 14 de novembro de 2010

Feiticeira

"Toda bruxa molda sua presa de acordo com seus poderes. Toda mulher é uma bruxa. Fato. E não sou exceção à regra."